Resistência Bacteriana: a diferença que devemos fazer juntos

Aproximadamente 700.000 pessoas morrem a cada ano infectadas com algum patógeno resistente a antimicrobianos.1.

Torna-se de vital importância a correta Prevenção de Infecções, o Diagnóstico adequadoe a contínua Vigilância nos sistemas de saúde.


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PREVENÇÃO

Programas integrados de prevenção e controle de infecções reduzem a disseminação de microrganismos resistentes a antimicrobianos.

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DIAGNÓSTICO

O diagnóstico correto melhora a administração antimicrobiana, uma vez que permite aos médicos avaliar com precisão as infecções, ajustar adequadamente o tratamento e evitar o uso desnecessário de antimicrobianos.

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VIGILÂNCIA

Os sistemas de vigilância podem identificar os pacientes com maior risco de resistência bacteriana, melhorar a administração de antibióticos, proporcionar alerta rápido para os surtos e acompanhar as tendências da população.

 
 

Desafios
Recomendações
 
Ambiente da Saúde
 
Ambientes de cuidados de saúde são ambientes de alto risco para a propagação de organismos que causam infecções.

7% a 10% dos pacientes hospitalizados e 33% dos pacientes internados em unidades de terapia intensiva apresentam pelo menos uma infecção associada à assistência à saúde.1,2

25% das infecções associadas a cuidados de saúde em instalações de cuidados intensivos.1
Todos os centros de saúde devem implementar protocolos de limpeza e desinfecção suficientes e descartar adequadamente os resíduos biológicos para reduzir o potencial de disseminação de infecções associadas aos cuidados de saúde.

Há necessidade de melhorar a qualidade dessas práticas e o uso de tecnologias avançadas de descontaminação.3
 
 
 
Profissionais da Saúde
 
Profissionais da Saúde podem ser uma fonte de infecção quando não se tomam medidas apropriadas de prevenção e controle.

Somente 40% dos trabalhadores da saúde adotam as práticas recomendadas de lavagem das mãos, embora as taxas de adesão a estes protocolos registrem quase 100%.1
A higiene das mãos consistente é a intervenção mais importante de prevenção e controle da infecção no ambiente de saúde.

A utilização de produtos antimicrobianos para a antissepsia das mãos é uma medida eficaz de higiene a qual reduz o risco de infecção em estabelecimentos de saúde.55
 
 
 
Dispositivos Médicos e Procedimentos
 
Os dispositivos médicos e os procedimentos cirúrgicos são fontes potenciais de infecção.

17% da linha central, 14% do sítio cirúrgico e 10% das infecções associadas a cateteres são causadas por bactérias resistentes aos antibióticos.6

As infecções da corrente sanguínea relacionadas a cateteres representam de 10% a 20% das infecções adquiridas nos hospitais do Reino Unido e estão associadas com a permanência prolongada destes dispositivos, na unidade de cuidados intensivos, e também ao aumento das taxas de mortalidade.7
Devem ser seguidas as pautas de treinamento para o uso adequado do cateter central e cateter intravenoso.6 Os antissépticos apropriados e a preparação da pele minimizam o risco de infecções do sítio cirúrgico.8

Os antissépticos apropriados e os conectores para cateteres intravenosos reduzem o risco de entrada de microorganismos na corrente sanguínea do paciente.9
 
 
 
Pacientes
 
Os pacientes podem ser uma fonte de transmissão de bactérias infecciosas aos profissionais da saúde, a outros pacientes e, com frequência, a si mesmos.

Até 30% dos indivíduos portam Staphylococcus aureus, uma bactéria potencialmente infectante.10

Até 7,2% dos pacientes hospitalizados podem ser portadores de Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA), uma cepa resistente aos antibióticos comumente utilizados.

Os pacientes colonizados por bactérias representam o grupo que lidera a origem das infecções da corrente sanguínea relacionadas a cateteres e boa parte de infecções do sítio cirúrgico.12, 13
Os sistemas de saúde e as instituições que prestam assistência a saúde necessitam promover meios de identificar pacientes, em busca de bactérias resistentes, através de testes diagnósticos quando estejam disponíveis.

Se os pacientes encontram-se infctados para as bactérias resistentes, ações devem ser tomadas pelos centros de saúde e seus fornecedores.

A disseminação das infecções pode reduzir-se tomando conhecimento da origem de surtos, mediante o tratamento antimicrobiano adequado, o isolamento dos pacientes infectados por microrganismos resistentes, adesão às práticas recomendadas pelo controle de infecções e o uso de dispositivos e equipamentos de proteção pessoal.14
 
 

Desafios
Recomendações
 
Avaliação do paciente e diagnóstico inicial
 
• Após a avaliação inicial do paciente, alguns antibioticos prescritos podem ser desnecessários ou ineficazes. • No mínimo 30% dos antibióticos prescritos nos Estados Unidos são desnecessários.15 • LA maioria das infecções na América Latina são tratadas empiricamente sem o benefício de testes diagnósticos adequados, o que acarreta em taxas ainda maiores de uso desnecessário de antibióticos.16
Ao avaliar a necessidade da terapia com antibióticos os médicos devem combinar os sintomas e sinais observados com testes diagnósticos para detectar evidência direta ou indireta de uma infecção e aderir aos guias de prática clínica para o diagnóstico e tratamento. 17
 
 
 
Identificação Microbiana
 
Os pacientes com infecções virais são comumente tratados com antibióticos, apesar dos vírus não responderem à terapia com antibióticos. Os testes diagnósticos que podem distinguir entre infecções virais e bacterianas não estão disponíveis ou não são utilizados amplamente, especialmente na América Latina.16 A maioria das infecções do trato respiratório superior são causadas por vírus, apesar de que 50% dos pacientes com estas infecções receberem antibióticos.18
O uso de testes diagnósticos que permitam práticas de prescrição baseada em evidências deveriam tornar-se o padrão de atendimento. Os diagnósticos em pontos de atendimento que confirmam rapidamente o tipo e a fonte de infecção podem reduzir drasticamentge a prescrição inadequada de antibióticos.16
 
 
 
Efetividade de antimicrobianos
 
O teste de susceptibilidade aos antibióticos é importante para confirmar se o agente antimicrobiano selecionado será clinicamente eficaz ou não surtirá efeito, devido a algum tipo de resistência19,20, entretanto este teste é pouco comum em muitos países da América Latina.20 Nos países mais pobres, menos de 1% dos pacientes é tratado em estabelecimentos clínicos que disponham de laboratórios de microbiologia diagnóstica.16
Recomenda-se realizar testes de susceptibilidade para determinar se um paciente responderá à terapia com antibióticos. Todos os países, incluídos os países em desenvolvimento, devem melhorar o acesso aos testes e às instalações básicas de laboratório de microbiologia. São necessários novos diagnósticos automatizados que proporcionem resultados rápidos e rentáveis.19
 
 
 
Prescrição e Tratamento
 
O acesso aos antibióticos para os pacientes que os necessitam é essencial; contudo, as práticas de prescrição variam em nível mundial, incluíndo o acesso de venda livre em alguns países. Os sistemas de saúde devem equilibrar estas necessidades essenciais de acesso com a redução do uso excessivo de antibióticos.
É necessária uma administração eficaz de antibióticos e práticas de prescrição coerentes a nível mundial. As iniciativas para fortalecer os sistemas nacionais de laboratórios, incluindo a ampliação da força de trabalho em laboratórios e um maior acesso a testes diagnósticos rápidos e simples em zonas remotas, devem ser priorizadas, financiadas e apoiadas por governos, agências de saúde pública, fundações e o setor privado.16
 
 

Retos
Recomendaciones
 
Vigilancia y seguimiento de infecciones
 
La vigilancia epidemiológica es clave para la gestión de las enfermedades infecciosas, pero sigue careciendo de recursos en muchos países. Debido a la falta de coordinación e intercambio de información, existen brechas en el consumo de antimicrobianos y en la resistencia en muchas regiones del mundo.21
Las herramientas de vigilancia epidemiológica deben utilizarse para asimilar información generada por una variedad de fuentes con el fin de agilizar la identificación de los pacientes que han adquirido una infección y pueden requerir terapia antimicrobiana. La disponibilidad casi en tiempo real de estos datos puede permitir a los clínicos optimizar las decisiones de tratamiento y el uso de antimicrobianos.
 
 
 
Detección automatizada de brotes
 
Una vigilancia minuciosa puede revelar la presencia de microorganismos resistentes e identificar tendencias y brotes. En muchas regiones del mundo, la escasa capacidad de los laboratorios, la infraestructura y la gestión de datos impiden una vigilancia eficaz.22
Los esfuerzos efectivos de vigilancia deben incluir un sistema de alerta temprana para detectar patógenos emergentes, grupos resistentes y eventos inusuales de enfermedades infecciosas, de modo que se pueden tomar medidas para prevenir o controlar un brote.
 
 
 
Optimización de selección y suministro de la terapia
 
Muchas áreas del mundo tienen acceso a datos de laboratorio, pero los datos no están en un formato adecuado para optimizar los esfuerzos de vigilancia y la oportuna selección de terapia.23 Existen grandes lagunas en los datos de vigilancia y el tratamiento guiado por estos datos limitados puede aumentar la resistencia antimicrobiana.21
La monitorización continua de la prescripción antimicrobiana apropiada es necesaria para optimizar la terapia antimicrobiana y los resultados del paciente. La información diagnóstica del paciente, combinada con las tendencias de resistencia y la distribución oportuna de los datos a los proveedores de atención médica, facilita la toma de decisiones eficaces sobre el tratamiento antimicrobiano.23
 
 
 
Seguimiento y notificación de uso de antibióticos
 
Los datos sobre consumo y resistencia antimicrobianos pueden orientar las intervenciones locales, regionales y nacionales. La mayoría de los países en desarrollo no tienen sistemas para monitorear la resistencia y el consumo de antimicrobianos para evaluar el efecto de las intervenciones24.
Las prácticas de control de infecciones sólidas e integrales deben incluir la medición del impacto de las intervenciones y la conveniencia de la prescripción de antimicrobianos. Las autoridades de salud pública deben apoyar la infraestructura que promueve la transmisión de datos sobre el consumo de antimicrobianos y la infección para facilitar los esfuerzos locales, regionales y nacionales de vigilancia.






Principal Causa de Morte

Estimativa de 10 milhões de mortes por resitência bacteriana por ano até 2050.

Uma Ameaça Global

A Resistência aos Antimicrobianos é uma das maiores ameaças para a saúde e o bem-estar da população mundial.

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